Conheça a artista visual Gabriela Golder, autora de A Terra Treme

Gabriela Golder trabalha com cinema, vídeo e instalações. Suas obras levantam questões de memória, identidade e o mundo do trabalho. Desde 2013 é curadora convidada do programa de Video y Cine Experimental del Museo de Arte Moderno de Buenos Aires.

A Terra Treme oferece uma viagem às obras audiovisuais de Gabriela. A proposta da artista é construída entre história e ação, em um circuito dialético de obras em vídeo, trazendo imagens que vão do dantesco ao sereno, do cheio ao vazio. O movimento é feroz, mas dificilmente perceptível.
Gabriela Golder realiza ainda um workshop para os alunos da 4ª turma do Curso de Realização em Audiovisual no período de 4 a 6 de julho.

Seus trabalhos receberam vários prêmios, incluindo o Específica BA Site (2014), o Prêmio Luis Espinal-Mostra CineTrabalho. Brasil (2011); Sigwart Blum “da Associação de Críticos de Arte da Argentina (2007); Prêmio de Artes de Mídia do Zentrum für Kunst und Medietechnologie (ZKM), Alemanha (2004); Primeiro Prêmio no Salão Nacional de Artes Visuais (2004); prêmio Primeira Videobrasil (2003), Grande Prêmio Videoformes Festival, França (2003) e prêmio Vídeo de Tóquio, Japão (2002).

Foi artista residente no Banff Centre for the Arts, no Canadá, no Centro Internacional de criação de vídeo Pierre Schaeffer, França; Kunsthochschule für Medien na Alemanha; Schloss Balmoral, Alemanha; no Centro Wexner para as Artes, EUA; na Universidade de Québec à Montréal, Canadá; na Chambre Blanche, Quebec, Canadá, em RBHouse of Art, São Paulo, Brasil, em Le Centquatre, Paris, França.

Suas exposições recentes incluem: Sentimentos, Beaver Municipal Gallery, Toronto, Canadá (2015); áreas de desastre, EAC, Montevideo, Uruguai (2015), multidão, São Paulo, Brasil (2014); “Entre vezes … A coleção Jozami no Museu Lázaro Galdiano”, Madrid, Espanha (2014); A armadilha progresso, surdo, Rotterdam, Países Baixos (2014); Panoramas do Sul, Videobrasil, São Paulo, Brasil (2013); Monitoramento, Kassel, Alemanha (2013); Comentadores Mulheres, Centro de Arte Contemporânea de Castelo Ujazdowski, Varsóvia, Polônia (2013); No País das últimas coisas, Museu de Arte Contemporânea, em Lima, Peru (2013); Conversation Piece, Mariategui House, Lima, Peru (2013); Tours, Centro Cultural Recoleta (2012); Mediações Bienal, Poznan, Polônia (2012); Crise Cuidado, Centro Futura de Arte Contemporânea, Praga, República Checa (2012); 10ª Bienal de Sharjah, Emirados Árabes Unidos (2011); Mudança radical. Politische und soziale Umbrüche in der Kunst seit den 60er Jahren Argentiniens, Museu Morsbroich, Leverkusen, Alemanha (2011); On ne pas de la mort, Le 104, Paris, França (2010) zomba; Habitada, O Llotgeta, Valencia, Espanha (2010); Contos de resistência e mudança, Frankfurter Kunstverein, Alemanha (2010); Optical Unconscious, Galeria 713, CABA, Argentina (2010); X Bienal de Havana, Cuba (2009); Arrorró, Ars Electronica em Linz, Áustria (2009); Tragicomédia, Sevilha, Espanha (2009); entre outras.

Mais Sobre Gabriela Golder
Nascida na Argentina em 1971 vive e trabalha em Buenos Aires. É artista visual, curadora independente, professora na Argentina e no exterior e codiretora da Bienal da Imagem em Movimento (BIM). Desde 2013 é curadora convidada do programa de Video y Cine Experimental del Museo de Arte Moderno de Buenos Aires. Ela trabalha em cinema, vídeo e instalações. Suas obras, principalmente, levantam questões de memória, identidade e o mundo do trabalho. Seus trabalhos receberam vários prêmios, incluindo o Específica BA Site (2014), o Prêmio Luis Espinal-Mostra CineTrabalho. Brasil (2011); Sigwart Blum da Associação de Críticos de Arte da Argentina (2007); Prêmio de Artes de Mídia do Zentrum für Kunst und Medietechnologie (ZKM), Alemanha (2004); Primeiro Prêmio no Salão Nacional de Artes Visuais (2004); prêmio Primeira Videobrasil (2003), Grande Prêmio Videoformes Festival, França (2003) e prêmio Vídeo de Tóquio, Japão (2002). Foi artista em residência no Banff Centre for the Arts, no Canadá, no Centro Internacional de criação de vídeo Pierre Schaeffer, França; Kunsthochschule für Medien na Alemanha; Schloss Balmoral, Alemanha; no Centro Wexner para as Artes, EUA; na Universidade de Québec à Montréal, Canadá; na Chambre Blanche, Quebec, Canadá, em RBHouse of Art, São Paulo, Brasil, em Le Centquatre, Paris, França.