Abaporu… Hipocrisias

O livro sintetiza o modo como, no Brasil, o Poder Público e a burocracia estatal têm concebido e arregimentado a preservação de seu patrimônio histórico e cultural.

Seu autor parte do fausto produzido pelo ciclo do ouro nas minas gerais e da fundação, em 1937, do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, em pleno desabrochar do Estado Novo, para compor um arco de fatos e preocupações acerca do destino das obras de arte brasileiras, cuja flecha certeira se crava nas arbitrariedades e na inconstitucionalidade do Decreto federal n. 8124, de 17 de outubro de 2013, pelo qual se regulamentaram dispositivos da instituição do Estatuto dos Museus e da criação do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.

Seu propósito, portanto, é defender os direitos quer dos colecionadores que são proprietários legítimos de obras de arte, quer dos marchands e galeristas, que ganham a vida em regime de competição e liberdade de iniciativa, quer ainda dos artistas, cuja produção e cuja sobrevivência dependem tanto de uns quanto de outros.

Fonte: Editora Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna